
A doação de sangue é um gesto solidário e que pode salvar vidas. Diante da necessidade de manter os estoques e a rede abastecida de sangue, o Ministério da Saúde faz campanha para orientar que a população não pare de doar, mesmo neste momento de pandemia de COVID-19. Pessoas com anemias crônicas, hemorragias, em tratamentos ou com complicações de doenças graves, continuam necessitando de doações. Ou seja, o consumo de sangue é contínuo.
Para doar, o voluntário precisa procurar as unidades de coleta de sangue da cidade, como os Hemocentros, por exemplo. Lá, é possível conferir, antes, se atende aos requisitos necessários para a doação. Depois, o procedimento é feito de forma simples, rápida e, principalmente, segura. Não há riscos para o doador, porque os materiais usados na coleta do sangue não são reutilizados, eliminando qualquer possibilidade de contaminação.
Quem pode doar na pandemia
Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, pessoas entre 16 e 69 anos podem doar sangue. Para menores de 18 anos, é necessário o consentimento dos responsáveis e, entre 60 e 69 anos, a pessoa só pode doar se já tiver o feito antes dos 60 anos. Também é preciso pesar, no mínimo, 50 quilos e estar em bom estado de saúde. O candidato deve levar documento de identidade com foto, estar descansado, não ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação e não estar de jejum.
Em relação à pandemia do COVID-19, são considerados inaptos para a doação de sangue por um período de 30 dias pessoas que apresentarem sintomas respiratórios e febre ou se tiverem tido contato, há menos de 30 dias, com casos suspeitos ou confirmados da doença.