Outubro Rosa: beneficiária Angela, a família e o histórico cancerígeno – Geap Saúde

Outubro Rosa: beneficiária Angela, a família e o histórico cancerígeno

Aos 39 anos de idade, a beneficiária da Geap, Angela Felício, está em tratamento de câncer de mama e é uma das protagonistas da campanha da Autogestão “Em Outubro, nosso universo é rosa”. A doença a acometeu no início de 2020 e mudou a rotina dela e dos familiares, reacendendo a atenção com a saúde. Agora, contando com a assistência do plano, ela, que é enfermeira, segue no projeto de vida de cuidar de outras pessoas.

Ela mora com a família em Goiás, trabalha em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), mas tem um coração que cabe o universo inteiro, como dita a campanha de Outubro Rosa da Geap – que fica no ar em todos os canais de comunicação da marca, ao longo deste mês. Angela Felício é enfermeira, beneficiária da Operadora e conta uma história de amor à família e de atenção à saúde.

“A ficha cai quando você interpreta que é uma doença que não tem como brincar com ela. O que bate na mente é simplesmente a morte. Isso me atordoou muito. Passei várias noites sem dormir”, Angela inicia a entrevista contando sobre o diagnóstico. “Sou enfermeira, pós-graduada em UTI adulto, e foi dentro de uma UTI, fazendo estágio voluntário, que eu descobri. Nessa área, a gente lida com muitas situações e, lá, a gente acompanhou uma paciente que passou por cirurgia de câncer de mama. Por estar lá dentro, os médicos me abraçaram”, contou.

Na descoberta, Angela tinha um nódulo de 2,9 centímetros, que cresceu rapidamente. “Percebi que ele estava aumentando. Foi questão de dois meses para tomar a minha mama direita inteira. Pelo tamanho, foi necessário fazer a retirada da mama total. Não deu tempo de esperar. Na época da minha cirurgia, em 18 de fevereiro de 2020, ele chegou a 9,7 centímetros”, detalhou a beneficiária.

Com histórico cancerígeno na família por parte de pai, Angela fala que o seu lema é: eu amo a minha vida. Ela conta mais: “meu pai teve tumor cerebral, tenho prima que morreu com câncer de mama, outra que recebeu a cura, uma tia que morreu com câncer no intestino, no colo do útero… Então o histórico familiar é muito grande com relação a essa doença. Foi o que me deixou mais baqueada, quando descobri. Pensei ‘vou morrer também’, mas se caminhar com o intuito e a fé de vencer, a cabeça melhora bastante e, hoje, eu digo que estou curada. O lema da minha vida eu não largo de jeito nenhum. E sendo da área da saúde, eu sei o que é dar valor à vida”.

Além de filha, ela também é esposa, mãe e avó. “Casei muito jovem e constitui minha família, para depois pensar na profissão. É a minha base. Isso me fortaleceu bastante. Foram eles que me deram tranquilidade. Estão sempre comigo. Me acompanham nas consultas, exames, em tudo o que eu vou fazer e que se trata da minha saúde, eles me acompanham”, Angela falou – na entrevista para a equipe de comunicação da Geap, feita no mês de setembro, ela foi acompanhada pelo marido e por uma das filhas.

Com amor declarado pela família, pela vida e pela profissão, ela conclui: “quando as pessoas falam que não querem acreditar é verdade, não é mentira. Você acha que aquilo vai desmanchar da noite pro dia. Algum tipo de chá, de medicamento que você toma por acreditar que aquilo vai sumir… E não é. Eu posso dizer que a base familiar te salva, porque te dá força. Também tenho uma amiga-irmã. Ela trabalha na UTI como técnica de enfermagem e me deu força, não me abandonou nunca. Eu amo ela demais. E tenho a minha crença, me apeguei muito a Deus. São fatores que fazem muita diferença na nossa vida. Jamais pode desistir, porque são nesses piores momentos que, a gente administrando bem o psicológico, a fé, a família, o plano de saúde e a força, anda, caminha e chega no objetivo, que é a cura. Esse é o objetivo. Tem um fim e o fim, em muitos casos, é a cura. Eu me agarrei nisso e tenho muita fé que estou saindo dessa”.

O plano de saúde

“Eu não sei o que seria da minha vida sem ele”, diz a beneficiária. “Tudo que eu preciso, todos os tipos de exame, nunca me foi negado nada. E tem muitos anos, desde criança, que eu faço parte e não penso em sair, de forma alguma. Minhas filhas, inclusive, nasceram por esse plano de saúde”, continua Angela.

“É um fator muito importante na vida de uma pessoa, não só da minha, mas de qualquer pessoa e em qualquer situação. Ter um plano de saúde que lhe abrace faz toda a diferença. O plano me acolheu muito bem. Estou fazendo tudo direitinho. Então essa história, para mim, está levando um ponto final. E eu tenho muita fé em Deus que não vai voltar e eu vou seguir minha vida adiante, dentro da minha profissão, que é ajudar o próximo. Tenho fé que isso dará continuidade ao meu projeto de vida”, completa.

O Outubro Rosa

“Me sinto honrada. Orgulho por ser mulher, infelizmente estar passando por essa situação, mas que eu me torne um exemplo para várias outras, para que, em muitos casos, essa situação possa ser encurtada. Também já participei de campanhas feitas dentro de Unidades Básicas de Saúde (UBS), pelo fato de ser profissional da saúde”, Angela finaliza.

Assista ao vídeo da entrevista da beneficiária Angela Felício, no Canal Geap, no YouTube:

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