Agosto Dourado: Laço eterno entre mãe e filho – Geap Saúde

Agosto Dourado: Laço eterno entre mãe e filho

Considerado o alimento mais completo para os bebês, o leite materno é fundamental para a nutrição deles. Evita a obesidade, hipertensão e diabetes, diminui os riscos de infecções e alergias, além de provocar um efeito positivo na inteligência e no vínculo entre mãe e bebê.

Trata-se de um alimento personalizado individualmente em seus componentes. A mulher que amamenta tem menor prevalência de câncer de mama e de ovário. A amamentação proporciona uma série de estímulos sensoriais pelo contato entre mãe e filho, com efeitos na formação de vínculos afetivos entre os dois além de inúmeros benefícios para a formação da personalidade do indivíduo.

É importante observar como é seu seio, sua aréola e principalmente seu mamilo: protuso, plano ou invertido. Mamilos invertidos podem dificultar a amamentação, mas esse problema pode ser diminuído com práticas para aumentar o bico.

Outro fator importante é tomar banho de sol: o sol ajuda a tornar a pele do mamilo um pouco mais espessa e previne rachaduras. O banho de sol deve ser de 10 minutos por dia, entre 8h e 10h. 

A escolha um sutiã adequado é outro fator importante. Deve proporcionar uma boa sustentação sem apertar pois o ideal é vesti-lo durante o dia todo.

Existem 3 tipos de leite materno, o colostro: é o primeiro leite, ele é rico em anticorpos e é fundamental para o sistema imunológico do bebê, produzido em pequena quantidade, mas altamente nutritivo; o leite de transição: da apojadura (descida do leite) e até 15 dias após o parto, vem em maior quantidade e mais rico em gordura e o leite maduro: apresenta diferentes características ao longo da mamada e possui vitaminas, minerais e proteínas essenciais.

Entre todas as vantagens da amamentação, ela também proporciona ao bebê o crescimento e o desenvolvimento da face e das estruturas orofaciais: lábios, língua, mandíbula, bochechas, garantindo sua harmonia como em nenhum outro utensílio para alimentar o bebê.

Como consequência, a amamentação pode prevenir disfunções orofaciais que levam a alterações da respiração, da deglutição e da fala. Dessa maneira, ao ser exposto à sucção promovida pela amamentação, o bebê apresentará as melhores condições para desenvolver futuramente a mastigação e a fala.

O Brasil tem 222 bancos de leite humano e 219 postos de coleta. Em 2020, cerca de 181 mil mulheres doaram mais de 226 mil litros de leite materno.

Em 2019, o Ministério da Saúde investiu R$ 16,9 milhões, em caráter excepcional, na proteção e apoio ao aleitamento materno e na alimentação complementar adequada para crianças menores de dois anos na Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB), da Atenção Primária à Saúde.

Se cuida! A Geap está ao seu lado.


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