Ronald Acioli assume presidência do Conselho Deliberativo da Viva Previdência – Geap Saúde

Ronald Acioli assume presidência do Conselho Deliberativo da Viva Previdência

A Fundação Viva de Previdência realizou, na última terça-feira (29), a transmissão da Presidência do Conselho Deliberativo. Ronald Acioli da Silveira assumiu o comando do colegiado para o segundo período do mandato, iniciado em 29 de setembro de 2026 e com término previsto para 31 de agosto de 2027. Ele sucede Sibeli Machado de Souza Monteiro, que presidiu o Conselho entre 29 de outubro de 2025 e 28 de setembro de 2026.

A solenidade reuniu representantes da Fundação, integrantes de sua estrutura de governança e da Geap Saúde. Na mesma data, Márcio Freitas Paiva assumiu como substituto eventual da Presidência.

Ao assumir a função, Ronald Acioli destacou o sentimento de compromisso e gratidão pelo novo desafio. “Assumo essa nova responsabilidade com humildade, disposição para ouvir e vontade de trabalhar. Que Deus me dê sabedoria para honrar essa confiança e contribuir para uma Viva Previdência cada vez mais forte e próxima de seus participantes”, afirmou.

O diretor-presidente da Geap, Douglas Figueredo, presente na cerimônia, desejou sucesso ao novo presidente e aos demais integrantes do Conselho. “Desejo sucesso a você e a todos os conselheiros que continuam no Conselho. Tenho certeza de que esta gestão será bastante profícua. O conselheiro, com sua experiência e responsabilidade, é uma referência para nós, tanto no Conselho da Geap quanto no Conselho da Fundação Viva”, destacou ele ao afirmar a importância da Viva Previdência para o futuro dos colaboradores. Hoje 1.389 participantes do Viva Empresarial são empregados da Geap.

Já o diretor-presidente da Fundação Viva, Silas Levi Júnior, deu as boas-vindas ao novo presidente e aproveitou para destacar o modelo de governança da entidade. “Uma das coisas que mais ouvi ao longo da vida, e que conheço bem, é governança. Estamos num nível de excelência bastante impressionante”, enfatizou.

Silas lembrou que, após o processo de reestruturação concluído em 2017, com a aprovação de um novo estatuto, a Viva se tornou “a única entidade de previdência complementar no Brasil em que 100% do Conselho é eleito pelos participantes. Somos únicos nesse sentido”. Ele também ressaltou que a diretoria passou a ser escolhida por meio de processo público e profissional, fortalecendo a transparência e a participação dos conselheiros nas decisões da instituição.

Transição

À frente do Conselho Deliberativo no primeiro período do mandato, Sibeli Machado de Souza Monteiro destacou a responsabilidade da função e o compromisso do colegiado com a instituição e seus participantes.

“Presidir esse conselho foi uma grande honra, talvez uma das maiores, e uma grande responsabilidade. Encerra-se um ciclo, mas permanece o compromisso do Conselho Deliberativo com a Viva, com nossos participantes e assistidos”, disse.

História e atuação

A Viva Previdência, antiga Geap Previdência, tem origem em 1973, quando foi criado o pecúlio facultativo para servidores públicos. Ao longo das décadas, a instituição ampliou sua atuação na previdência complementar.

Em 2013, houve a separação entre as áreas de saúde e previdência da então GEAP, e os planos previdenciários passaram a ser administrados pela Geap Previdência. Em 2017, a instituição adotou o nome Fundação Viva de Previdência.

Atualmente, a Viva é uma entidade fechada de previdência complementar, sem fins lucrativos, que administra planos de benefícios previdenciários e produtos de proteção familiar para participantes vinculados a entidades instituidoras, empresas e categorias profissionais, além de planos destinados ao público em geral, conforme as regras de cada produto.

Entre os participantes estão servidores públicos, associados de sindicatos, participantes de associações parceiras instituidoras, como ANFIP e ANPPREV, e profissionais de categorias específicas, como cirurgiões-dentistas vinculados ao CROprev. A instituição também atende familiares dos participantes por meio de planos como o Viva Futuro.

Por ser uma Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC), os planos não são oferecidos de forma totalmente aberta ao público em geral. O acesso ocorre por meio de vínculos com entidades instituidoras associadas ou pela adesão a planos específicos da Fundação, de acordo com as regras de cada produto.


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